A transferência de renda tem uma função importante: proteger quem está em situação de vulnerabilidade. Mas proteção social não precisa significar dependência permanente.
A proposta é estudar um programa que possa chegar a R$ 3.600 mensais por família, de acordo com critérios socioeconômicos. E, para quem ainda não concluiu a educação básica, associar essa proteção à retomada dos estudos por meio da EJA.
A ideia é simples: ajudar a família a sobreviver hoje e criar condições para que ela tenha mais autonomia amanhã. Educação não deve ser uma punição para quem recebe ajuda. Deve ser uma porta de saída.
Por isso, o programa precisa considerar a realidade de cada família, suas dificuldades, suas responsabilidades e suas possibilidades.